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Sweet Scape!

Sorry guys, mas o Shampoo! vai ficar abandonadinho por um tempo! Mas é rápido, em breve eu volto com novidades! Enquanto isso, se liguem no meu flirck http://www.flickr.com/photos/tammivoshida/

Obrigada a todos que leem o Shampoo! Grande Beijo!

The minority

 

http://thefashionisto.com/blog/2010/04/01/lyle-lodwick-marlon-teixeira-taylor-fuchs-by-christian-anwander-ponytail-5-preview/

Moda pra homem? Comoassim?

 Na minha curtissima caminhada no mundo fashion, uma coisa que eu pude perceber é que homens são meio (não totalmente, só acho que os heteros ficam perdidos as vezes) excluidinhos desse universo. Mas eu me importo com vocês guys!

Se eu posso fazer algo para salvar o cara estiloso, mas perdido, que existe dentro de você, esse algo é indicar 2 blogs bem bacanas de moda masculina:  The Fashionisto   (se eu fosse você bonitinha, também clicava no link, fikdik ! rsrs),  em inglês e tal, mas é interessante para você bonitinho que quer saber o que está rolando e também o Moda para homens, com uma indicação especial pro post  “Mentiras da moda masculina”  .      

 

 

Para as bonitas, eu indico o Fashion Gone Rogue com atualizações de editoriais e campanhas.  

Se souberem de mais blogs bacanas indiquem ok??? 

Espero que gostem! 

  

 Grande Beijo!! 

 

For reasons unknown

Genteeeeeeeeeeeeeeeeeeeee, quanto tempo!!!!! Estive longe, verdade.  Não foi por falta de assunto não. Ocorreu que uma MEGA preguiça me dominou e meu humor oscilou na bipolaridade agravada por uma tpm feroz. Dai deu nisso.

Sem mais desculpas, se tem uma coisa que eu verdadeiramente amo estudar é branding.  Porque rola uma coisa muito interessante entre as pessoas e as marcas; uns vinculos, umas simbologias… é bem legal entender disso, as coisas fazem sentido.  E se você quer fazer moda, fikdik, a gente aprende isso em comunicação e semiótica também.

“Nós passamos dentro da realidade menos de um terço de nossa vida. No restante do tempo, habitamos em outras dimensões: sonho, jogo, desejo, fantasia. Nelas estão nossos valores de vida, organizados em sistema de vínculos.”

Eu copiei isso do slide da professora ( Carol Garcia aliás) e me peguei num devaneio muito profundo… fiquei pensando se eu fazia parte desse “nós”. Porque nessa afirmação trata-se de valores semióticos. Do tipo que uma marca carrega. E fiquei preocupadissima em cogitar que eu poderia estar levando o  cristianismo como uma religião e Jesus como meu objeto de interesse. #tenso!

Dai cheguei a conclusão de que se meus valores são os valores de Cristo, então meus sonhos e desejos devem estar nEle. Em consequência, meus vinculos serão os mesmos que o dEle, como o amor incondicional.  E isso de uma forma bem prática e real, sem metaforas ou simbologias.  

E dai, voltando pra aula de semiótica, esses vínculos são as coisas sutis que fazem com que a gente se identifique com alguma marca. Seja porque ela impõe como devemos ser e agir, seja porque ela nos lembra momentos da nossa infância ou alguém (bem louco, eu sei, mas é totalmente verdade se você parar pra estudar e analisar bem esse contexto). *Falando nisso, se você quiser mesmo entender essa relação acredito (não tenho certeza porque ainda não li g_g’)que tenha alguma coisa no livro Moda e Linguagem da Kathia Castilho, ed. Anhembi Morumbi.

E para uma marca se construir semióticamente ela deve ser coerente. Ou seja, não dá pra uma marca construir uma imagem pra te fazer lembrar os momentos com a sua avó  e os com o seu namorado. G_G’ Entendem mais ou menos o que eu quero dizer?

Explicando em miudos, não dá pra querer ser duas coisas totalmente diferentes ao mesmo tempo. Não funciona com marcas, não funciona com pessoas.

“Ora, a mensagem que, da parte dele, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma. Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.” I João 1:5-7

Ou você é luz ou não é. Não tem meio termo. 

 E eu pensei nisso tudo durante uma aula. E ainda há quem diga que moda é futil, rs.

Grande Beijo!

Preâmbulo às instruções para dar corda ao relógio

“Pense nisto: quando dão a você de presente um relógio estão dando um pequeno inferno enfeitado, uma corrente de rosas, um calabouço de ar. Não dão somente o relógio, muitas felicidades e esperamos que dure porque é de boa marca, suíço com âncora de rubis; não dão de presente somente esse miúdo quebra pedras que você atará ao pulso e levará a passear. Dão a você – eles não sabem, o terrível é que eles não sabem – dão a você um novo pedaço frágil e precário de você mesmo, algo que lhe pertence mas não é seu corpo, que deve ser atado a seu corpo com sua correia como um bracinho desesperado pendurado a seu pulso. Dão a necessidade de dar corda todos os dias, a obrigação de dar-lhe corda para que continue sendo um relógio; dão a obsessão de olhar a hora certa nas vitrinas das joalherias, na notícia do rádio, no serviço telefônico. Dão o medo de perdê-lo, de que seja roubado, de que possa cair no chão e se quebrar. Dão sua marca e a certeza de que é uma marca melhor do que as outras, dão o costume de comparar seu relógio aos outros relógios. Não dão um relógio, o presente é você, é a você que oferecem para o aniversário do relógio.”

Julio Cortázar, Histórias de Cronópios e de Famas, 1962

“Eu estava apresentando um trabalho sobre o conceito de indivíduo quando fui literalmente tomado. Não pude continuar lendo. Seguiu-se um constrangedor silêncio e comecei a chorar.”

“Mais tarde, quando tentei entender o que tinha acontecido, dei-me conta de que, pela primeira vez desde sua morte, Allon White tinha voltado para mim. Allon e eu éramos amigos. Nós tínhamos partilhado uma casa e escrito um livro juntos. Após sua morte, de leucemia, em 1986, sua viúva, Jen, e eu tínhamos, ambos, cada um à sua maneira, tentado lembrar Allon, mas com muito pouco êxito.[…]

Quando Allon morreu, Jen me deu sua jaqueta de beisebol, coisa que parecia bastante apropriada, uma ve que naquela altura eu tinha me mudado permanentemente para os Estados Unidos. Mas ela também me deu a jaqueta de Allon que eu mais havia cobiçado…

De qualquer forma, essa era a jaqueta que eu estava vestindo quando apresentava o meu trabalho sobre o indivíduo, um trabalho que sob muitos aspectos, era uma tentativa de relembrar Allon… Se eu vestia a jaqueta, Allon me vestia. Ele estava lá nos puimentos do cotovelo, puimentos que no jargão técnico da costura são chamados de “memória”. Ele estava lá nas manchas que estavam na parte inferior da jaqueta; ele estava lá no cheiro das axilas. Acima de tudo ele estava lá no cheiro.

Foi assim que comecei a pensar sobre roupas. Eu lia sobre roupas e falava aos amigos sobre roupas. Comecei a acreditar que a mágica da roupa está no fato de que ela nos recebe: recebe nosso cheiro, nosso suor; recebe até nossa forma.”

Esse é um trecho do livro “O casaco de Marx- roupas, memória e dor” que eu li semana passada (pra fazer um trabalho da faculdade… aliás, livros de moda estão começando a me cansar, ‘-‘) e achei meio legal. Fala de roupas  além do significado óbvio da linguagem visual; o autor, Peter Stallybrass,  as trata como memória palpável, objeto sentimental e depois como ela se torna moeda de troca. Entre outras coisinhas que eu não me lembro muito bem agora, mas tenho certeza que estão em algum lugar da minha cabeça e no momento certo vocês vão acabar lendo no meu blog. =D

O livro da editora Autêntica é bem baratinho e de bolso, e se você curtiu a histórinha do próprio Stallybrass sobre o casaco do amigo Allon, vai curtir os outros exemplos do livro e tirar suas próprias conclusões. 

 

Beijos!

The color of my nails

Diferentão: fuckyeahprettynails

Glam girl be rock

 

Jesus Christ ETERNALLY REFRESHING

Se tem uma coisa que eu gosto são marcas pequenas. Daquelas que você compra direto com a pessoa que faz e tal. Essa semana eu comprei 2 bolsas da Glam Rock e eu fiquei muito feliz… cara são tão lindas e fizeram tanto sucesso..!! 

 Eu até me senti especial por estar usando uma Glam, e esse é o lance das pessoas usarem ou terem preferencias por certas marcas. Essa coisinha que faz a gente se sentir especial ou mais legal  ou mais descolada só por estar usando uma blusinha, uma calça … 

Bem idiota né? Isso tudo de sermos tão fragéis, carentes e dependentes da graça e misericórdia divina a ponto de procuramos preencher nosso vazio interior, essa parte que nos faz tanta falta com coisas e não com o amor e o Espírito de Deus… Esse lance de querer ser diferente pelo que usamos e não pelo que somos… Demência. 

Mas voltando as Glam, elas são realmente demais! Isso porque são lindas, baratas e personalizadas. Quer mais? São feitas com LPs, luxo puro!! rs Além disso, a Glam Rock vende acessórios e bolsas de patchwork que são show também. 

“A Glam Rock uniu o vintage e o classico, ao moderno e original. E é perfeita para você que faz questão de ter um estilo propriocom atitude e personalidade!” 

Contatos
Telefone: 9170-8920
E-mail: glamrock.loja@gmail.com
 

Valores
Lp (disco grande): R$ 40,00
Ep (disco pequeno): R$ 30,00
 

Orkut! 

Grande Beijo!